Estamos com falta de ”épicos” de aventura?

Com Oda dando mais cinco anos para One Piece, mais um ciclo de gigantes se encerrará. O que esperar daqui pra frente?

Todo ano e toda década a gente ouve algo do tipo: já não se faz mais animes como antes… Duvido que algum novo anime supere o título x ou y que marcou essa época… Os animes estão cada vez piores… E por aí vai. Se é verdade ou não, vai da opinião de cada um. Eu acho tudo muito relativo e que ainda estão saindo coisas muito boas, assim como nos anos anteriores. Tudo isso também acontece igualzinho com os mangás. Tenho certeza que muitos aqui já ouviram, já leram ou já se questionaram de que um título gigante e grandioso é difícil de imaginar aparecendo novamente tão cedo. Também é comum aquele papo de que se um dos principais pilares da Shonen Jump – maior revista de quadrinhos do mundo – vier a acabar, ficaríamos com o mercado reduzido em questão de vendas, tiragens etc. Os números confirmam que acontecem quedas nesses aspectos, mas sempre apareceu um novo ”épico” pra salvar. O Eiichiro Oda – autor de One Piece – falou. Teremos provavelmente apenas mais cinco anos do mangá pela frente. Simplesmente o maior título da história. E agora? O que esperar desse futuro sem o maior fenômeno dos mangás? Já temos novos pilares surgindo? O que virá pela frente?

Querendo ou não, a Shonen Jump tem papel muito importante no mercado de mangás. Ela é a balizadora, a referência, o termômetro e dita tendências em quase tudo. A detentora da famosa fórmula de sucesso para shounens grandiosos e épicos, além de também ser a precursora com vários títulos que viraram quase que um guia para novas gerações de mangakás que acabou influenciando. É assim desde antigamente quando surgiram os primeiros autores de mangá que se tornaram referência, como o Tezuka (não preciso nem citar exemplos de obras dele, né?), o Kazuo Koike (Lobo Solitário), o Hiroshi Hirata (Kubidai Hikiukenin), entre outros. Muitas obras da Jump foram influenciadas por estes autores e depois viraram referência para as gerações seguintes. Podemos citar Hokuto no Ken, que revolucionou o gênero de artes marciais nos mangás e acabou respingando depois na criação de Dragon Ball, pelo Toriyama. Outros títulos próximos da época de Hokuto como City Hunter e JoJo foram extremamente populares e são referência até hoje. Sendo que JoJo continua em publicação! O mangá se atualizou com o tempo e soube se reinventar e se manter no formato de ”temporadas”.

Foi nos anos 90 que surgiu a primeira tríade da Jump, que todo mundo chamava de os três pilares da revista. Eles fizeram ela disparar em vendas, passando dos seis ou sete milhões de cópias em circulação. Um número bem surreal. Os três responsáveis pela façanha foram Dragon Ball, Yuyu Hakusho (mangá do Togashi, mesmo autor de Hunter x Hunter) e Slam Dunk (de Takehiko Inoue, autor de Vagabond e Real). Mais ou menos por essa época ainda existiam outros grandes títulos, como por exemplo Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco) e Rurouni Kenshin (Samurai X). Kenshin que ajudou muito quando o primeiro dos três pilares encerrou na revista. Desesperada, a Jump conseguiu cobrir a queda de vendas com o Toriyama publicando one-shots em algumas edições e com o Togashi fazendo um contrato histórico em que ele não se submeteria mais a rotina completamente louca que é publicar um mangá semanalmente. Ele mesmo disse que havia cansado daquela loucura, além de ter ficado com problemas nas costas. Com esse acordo ele aceitou publicar Hunter x Hunter conforme ele gostaria e tivesse tempo.

Passado esse período de ouro, veio a nova tríade da Jump, com One Piece, Naruto e Bleach. Um detalhe legal é que o Oda, autor de One Piece, trabalhou como assistente do mangá Kenshin. Esses três seguraram a onda legal até fazerem história. One Piece se tornou o maior mangá de todos os tempos em popularidade e vendas, superando Dragon Ball. Naruto também explodiu e Bleach ficou mais abaixo, porém muito popular. Em meio a esse novo trio de pilares da revista, foram surgindo outros mangás com histórias grandiosas e épicas, como D.Gray-man, Gintama, Tegami Bachi (em outra revista), Toriko, Ao no Exorcist (em outra revista), Fairy Tail (em outra revista e editora), entre outros. Entretanto, Bleach foi perdendo força e Naruto claramente se aproximava do fim. Enquanto Naruto teve seu final ao natural, Tite Kubo, autor de Bleach, foi ”convidado” a ”terminar” seu mangá por todo o respeito e gratidão que a Shueisha (editora da revista Shonen Jump) tem pelo que a obra e o autor fizeram pra eles.

Em meio a esse próximo final de One Piece, novos sucessos já começaram a aparecer na Shonen Jump e, inclusive, a se consolidarem no mercado. Substitutos de obras incríveis e com potencial para se tornarem os novos pilares da revista. Primeiro veio Boku no Hero Academia, logo em seguida Black Clover. Um pouco depois chegou Kimetsu no Yaiba, que terminou por estourar em popularidade mais recentemente com o seu anime. One Piece e mais estes três… Com o fim da história dos piratas, será mesmo que os restantes vão dar conta?

Agora que a história foi contada e se estabeleceu um contexto, podemos nos aprofundar um pouco mais. Antes de mais nada, o que seria ”épico”? Hoje em dia essa palavra é bem banalizada, além de possuir vários sentidos, mas quando eu escrevi ela no título do post eu estava me referindo aos significados ”raiz” dela, haha. Épico seria algo que relata uma ação heroica, algo digno de uma epopeia, de intensidade ou grandeza fora do comum; fantástico, desmedido, grandioso, homérico, memorável, inesquecível. Uma grande e incrível jornada por um enorme mundo. Só de ler sobre o significado da palavra você pensa automaticamente, na hora, em obras como Dragon Ball, como Naruto, como One Piece, como um Game of Thrones da vida e por aí vai. São os melhores exemplos pra épico que podemos encontrar, sem precisar mencionar os grandes clássicos da literatura.

Boku no Hero, Black Clover e Kimetsu no Yaiba podem, sim, ser considerados épicos, mas vocês não têm a sensação de que eles estão começando a diminuir ou que esses três não passam toda essa grandeza de um Dragon Ball da vida, por exemplo? Talvez seja apenas coisa da minha cabeça, mas às vezes eu fico com essa impressão. Pensem comigo… Boku no Hero, por mais incrível que seja, se passa apenas numa mísera cidade e numa escola. Cadê aquela aquela exploração do mundo todo? Não se enganem, eu gosto demais de Boku no Hero. Muito mesmo. Uma obra não precisa ser uma epopeia pra gente amar ou achar uma grande aventura. Tudo no universo de Boku no Hero se concentra apenas naquela cidade japonesa. O maior e o segundo melhor herói do mundo estão lá. A grande liga de vilões com o maior vilão de todos estão lá. Quando temos um arco muito interessante, ele se passa apenas num beco de rua, num complexo da escola ou numa área limitada de viagem escolar. Entendem o que eu quero dizer? Cadê aquela sensação de aventura mundo a fora como temos em Naruto, One Piece, Dragon Ball etc? Não precisa ser uma obra histórica como estas citadas de exemplo, podem ser outras, como um Fairy Tail da vida, um D.Gray-man, um Toriko, um Owari no Seraph, um Magi, um Fullmetal, um Monster, entre outros. Talvez isso seja uma dificuldade para o autor, tendo em vista que obras anteriores dele que tinham essa pretensão de jornada por vários lugares terem sido canceladas muito cedo.

Black Clover, por outro lado, explora várias regiões, tem todo aquele senso de aventura e jornada por vários lugares. O problema mesmo é que o mangá é fraquinho, deixando aquela sensação de que provavelmente nunca conseguirá chegar aos pés de outros títulos memoráveis. Não que ele precise disso, afinal tivemos vários anos com Fairy Tail, obra bem fraca, ultra popular e vendendo muito. O mais promissor pra mim nesse sentido é Kimetsu no Yaiba. Você percebe nele um senso de grandeza, de uma grande aventura por vários lugares diferentes e distantes, mesmo que se atenham no Japão. Ali a gente consegue enxergar uma epopeia pelo protagonista num mundo muito bem criado e pensado pelo autor. O lore de Yaiba não é tão complexo assim, porém bastante interessante. Dentre os três novos sucessos da Jump, ele é o que mais me passa a sensação de ”épico” que eu falei nos parágrafos anteriores. Será que um dia Boku no Hero vai expandir daquela área? Não sei nem se ficaria legal ou se daria certo. Não é algo que eu realmente estou querendo que aconteça, apenas uma reflexão mesmo.

Em outras revistas acontece o mesmo. Na Shonen Magazine, com o fim de Fairy Tail, tivemos nesse meio tempo Nanatsu no Taizai, outro épico de aventura. Por mais que ele tenha um mundo expandido, acho que nunca tentou explorar muito esse lado. Nanatsu acabou me decepcionando um pouco, esperava bem mais da obra, apesar de gostar bastante dela. Hiro Mashima, autor de Fairy Tail, começou outro título digno de uma epopeia como o anterior. Eden’s Zero, independente da qualidade, gosta de explorar vários mundos e tenta passar essa sensação de grandeza, de epopeia. Ainda dentro da Kodansha, tivemos também Shingeki no Kyojin. Um fenômeno com um lore e um mundo incríveis. Ele pode não ser uma aventura como Dragon Ball ou algo do tipo, mas trabalha muito bem a limitação de território que o autor criou, explorando vários locais diferentes durante a jornada dos personagens. No lado da Shogakukan, acho que o melhor nome seja Magi. Esse é ótimo exemplo de épico que sinto que estamos em falta hoje em dia. Em questão de vendas e popularidade, Fairy Tail rivalizou à altura dos pilares da Jump na época que estava em publicação. Nanatsu chegou a fechar o primeiro semestre de 2015 como mangá mais vendido do Japão, passando One Piece! Enquanto que Magi chegou aos números mais altos de Fairy Tail quando teve seu anime em exibição.

É lógico que, se pudessem, os autores iam quase todos criar obras com epopeias incríveis. É algo bem difícil de se fazer. A gente vê a todo momento novas obras surgindo tentando alcançar este nível. Os dois primeiros mangás do autor de Boku no Hero foram um fracasso. Hungry Joker, título anterior do autor de Black Clover que surgiu após vencer um concurso interno de novatos na Shonen Jump, foi um fiasco. E isso não é exclusividade de autores novatos. Muitos experientes também não conseguem. O Kishimoto (autor de Naruto) tentou recentemente com seu novo mangá, Samurai 8, mas aparentemente o título vem se saindo bem mal. D.Gray-man foi uma dos que conseguiu dar certo. Poxa, é um mangá incrível, em que os personagens viajam pelo mundo todo, desde o Japão, até Barcelona, Londres, Bélgica, China etc. D.Gray tem um mundo enorme e incrível, além de uma história e de personagens acima da média. Não é à toa que o mangá conseguiu explodir de popularidade e vendas. O que travou ele foi a loucura que é uma publicação semanal pra saúde de alguém. A Hoshino-sensei ficou com um problema crônico no pulso. Um dos piores lugares junto com as costas (que pegou o Togashi, coitado). Por conta disso, D.Gray teve inúmeros hiatos, acabou sendo transferido pra Jump SQ (principal revista mensal da Shueisha). Só que nem isso bastou, a autora acabou ganhando uma revista ”própria” de tão importante que o mangá é pra Shueisha. Eles mudaram a antiga Jump SQ.19 para Jump SQ.Crown, que sai a cada dois ou três meses. Se o Togashi não tivesse ficado todo torto com a serialização de Yuyu Hakusho, talvez outro épico não teria essa inconstância de publicação que Hunter x Hunter tem. Aliás, Kimetsu no Yaiba me lembra bastante D.Gray-man. Não duvido que o autor tenha se inspirado um pouco na obra, direta ou indiretamente.

Aproveitando que citamos a Jump SQ, nela alguns títulos bem promissores tentaram, mas acabaram murchando. Como é o caso de Ao no Exorcist, que teve seu começo muito popular e depois deu uma queda. Tegami Bachi aconteceu o mesmo. Tegami chegou a ser transferido pra Shonen Jump em certo momento, antes de voltar novamente pra Jump SQ. Outro recente da revista foi Owari no Seraph. Começou avassalador, mas depois caiu um pouco e estabilizou. É difícil fazer um épico que consiga chegar ao grande nível de popularidade e se manter. Na época em que a Jump procurava por novos sucessos com o fim próximo de Naruto e de Bleach, surgiram alguns candidatos, mas que também não conseguiram chegar ao ”próximo nível”. Toriko bateu na trave. Deram todos os merchans possíveis pra obra, entretanto não vingou. Foi um mangá bastante popular e relevante pra revista, apesar de não ter conseguido se consolidar como pilar. Nurarihyon no Mago teve um ótimo início, mas decaiu no final. Magico surgiu como uma quase certeza de novo hit dos mangás, contudo a inexperiência do autor matou a obra, infelizmente. World Trigger foi muito bem. Começou okay, depois chegou a ser muito popular, figurando por dois anos seguidos no top 10 de mangás mais vendidos do Japão, ganhou anime de vários episódios pela Toei… Até que o autor adoeceu pelo ritmo louco que é publicar semanalmente. Por conta disso, a Shueisha transferiu o mangá, após vários hiatos, pra Jump SQ. Esse jogo de tentativa e erro não é exclusivo da Shonen Jump, acontece em todas as revistas. A Magazine – casa de Nanatsu e Eden’s Zero – está sempre tentando. Ela tem se dado melhor com mangás de esporte e romance. A Shonen Sunday usa uma faixa etária mais baixa, que começa desde os 10~12 anos. Ambas tiveram um caso parecido com Magico da Jump, que tinha tudo pra ser um grande sucesso. Estou falando de Anagle Mole, pela Sunday, e de Daigo Tokusou, pela Magazine. Depois vale a pena darem uma conferida nos dois mangás pra verem como ótimas ideias conseguem perder seu rumo rapidinho, infelizmente.

Alguns outros deram certo, apesar de não serem dentro dessa ideia de épico de aventura. Podemos citar Ansatsu Kyoushitsu (Assassination Classroom), que vendeu absurdos, era mega popular e ganhou anime completo do seu mangá. Tivemos Shokugeki no Souma, que teve uma queda do meio pro fim. Kuroko no Basket, que só foi ficar popular – e muito! – depois do seu anime. Bakuman, um mangá bem diferente da maioria. Dois grandes de comédia: Gintama e Sket Dance. E, claro, um dos pilares da revista atualmente… Haikyuu!!. Outro grande sucesso recente que podemos citar é Yakusoku no Neverland, que lembra bastante Death Note por serem ambos um shounen de batalha psicológica. Dr. Stone é um que se encaixa no perfil de épico com uma grande jornada, mas que não conseguiu explodir ainda, mesmo com o anime em exibição. Na Shonen Magazine estão tentando com Enen no Shouboutai (Fire Force), do mesmo autor de Soul Eater, entretanto é outro que não conseguiu aquele boom de popularidade e vendas até então.

Sendo assim, podemos contar nos dedos o que temos de aventuras/epopeias épicas que estão em um nível superior de popularidade e vendas. Lembrando que eu estou falando de títulos com uma grande aventura por mundos enormes, independente da qualidade. Vamos lá, temos, com publicação regular, One Piece, Kimetsu no Yaiba, Black Clover, Nanatsu no Taizai e… só! Sim, ainda temos D.Gray-man sendo publicado, porém de maneira irregular devido a saúde da autora, e mais dois irregulares que saem quando os autores estão com vontade: Hunter x Hunter e Berserk. Vocês não acham isso triste e preocupante? Eu digo isso por um simples motivo… Como é bom pegar pra ver/ler uma história assim que na hora já te marca, fica num cantinho especial do teu coração e que você vai sempre levar com muito carinho na sua vida. É tão difícil aparecer um Dragon Ball, um Narutão, um Fullmetal ou um One Piece pra gente aproveitar. Quando aparece, a gente fica tão feliz, não é? É óbvio que podemos botar outras grandes obras memoráveis, populares e/ou com uma linda jornada pelos seus personagens entre as que eu citei dessa nova leva, independente da qualidade. Eu, por exemplo, tenho um grande carinho por Fairy Tail, mesmo sabendo que é uma história bem fraquinha. Podemos botar nessa conta de grandes títulos: Neverland, Boku no Hero, Haikyuu!!, Gintama, Shingeki no Kyojin, Made in Abyss, Vagabond, Vinland Saga, Zetman, Tokyo Ghoul, One Punch-Man, Monster, 20th Century Boys etc.

A todo momento novas obras têm surgido, a Jump já tem uma ou outra engatilhada pra estourar de sucesso, como por exemplo Act-Age, que vem se saindo muito bem. Mas vocês não acham meio preocupante termos tão poucos épicos de aventura e fantasia por aí? Antigamente o que estourou como popularidade foi o ”moe”. Hoje em dia, o moe atual são os isekais. Eu amo isekais, fico fascinado pelos mundos incríveis que os autores criam. É um trabalho bem difícil construir um universo crível e interessante. Muitos conseguem, mas morrem na criação de personagens fracos e desinteressantes, além de um roteiro péssimo que põe fora toda a criação daquele mundo bastante criativo. Eu tenho visto que as obras que mais estão estourando de popularidade são esses isekais de light novels. Re:Zero, Sword Art Online, Tate no Yuusha etc. A maioria acaba sendo uma bela porcaria, com poucos se salvando e tendo muito do mesmo entre eles. Sim, eu sei que nunca houveram muitos títulos épicos de aventuras ao mesmo tempo, mas a sensação que eu tenho é que tem diminuído o surgimento de novos e muitos dos que explodem em sucesso, acabam preferindo não construir um mundo enorme para ser todo explorado, como Boku no Hero que falei anteriormente.

Kimetsu no Yaiba, Boku no Hero Academia e Black Clover não vão dar conta de sustentar a Jump após One Piece no mesmo nível que os piratas conseguem. Isso é algo bem impossível pra qualquer mangá. Contudo, acredito que a revista vai estar, sim, bem servida. As vendas vão diminuir? É muito provável, mas com certeza a revista vai continuar vendendo muito bem. Se os três vão representar bem esse gênero de aventuras de fantasia épicas eu já não sei. Vamos torcer pelo melhor. Querendo ou não, as coisas são cíclicas. Em algum momento, próximo ou distante, pode surgir um novo Naruto, Dragon Ball ou One Piece como sempre tem acontecido desde o começo dos mangás. A discussão do post é bem complexa e sem uma resposta definitiva. Eu dei a impressão que venho tendo, mas achei certo não ser radical ou exagerado, deixar tudo bem aberto pra você chegar a sua própria conclusão. É sempre bem legal discutir assuntos sobre algo que a gente tanto gosta, como nesse caso. Se eu esqueci de algum mangá ou de algo mais, sinta-se livre pra dizer nos comentários aqui embaixo.

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